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Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo


Sim, a população mundial está ficando menos inteligente. Quem diz é uma dupla de pesquisadores do Reino Unido. Os pesquisadores apontam que o fenômeno responsável por essa queda, chamado de fertilidade disgênica, tem a ver com uma tendência observada já no começo do século passado: casais muito inteligentes têm cada vez menos filhos do que os casais de inteligência média ou baixa. (Em 1994, um pesquisador norte-americano constatou que mulheres com um QI médio de 111 tinham 1,6 filhos, enquanto as com QI médio de 81 tinham 2,6 filhos). E como a inteligência pode ser, até certo ponto, hereditária (embora esse papo seja bastante polêmico), o QI mundial estaria caindo progressivamente.

É o que os dados mostram: o estudo estima que, entre 1950 e 2000, a média de QI do mundo caiu 0,86 pontos. Mas, os caras explicam, nesse período o declínio foi compensado por um fenômeno chamado de Efeito Flynn – um aumento geral (e natural) na inteligência nas pessoas. “No entanto, estudos recentes em quatro países desenvolvidos mostraram que isso já acabou ou”, pior, “está funcionando ao contrário”, dizem os pesquisadores. Por isso, a projeção é que, até 2050, o emburrecimento some mais 1,28 pontos negativos. A previsão soa meio apocalípica mesmo: “parece provável que esse efeito se expanda para os países em desenvolvimento e que todo o mundo adentre um período de declínio na inteligência”.


Como a gente vê, os cientistas mundão afora estão sempre fazendo umas descobertas bem interessantes. E outras bem bizarras. E outras que, bem, para falar a verdade, estavam na cara o tempo todo, né? Para brincar com isso, o site Popsci compilou as 10 descobertas científicas mais óbvias de 2011 (até então, pelo menos). E a gente curtiu tanto a lista que pegou 2 delas para mostrar pra vocês. Mas ó, não é por serem óbvias que as pesquisas são inúteis. Podemos até fazer piada em cima, mas também explicamos as possíveis repercussões positivas dos resultados. Então, nada de avacalhar com os pobres cientistas. Dá uma olhada:

Pessoas são mais felizes no fim de semana

Por 21 dias, pesquisadores de universidades dos EUA registraram o humor e o bem-estar de 74 voluntários três vezes por dia. Óbvio: todos se sentiam melhor da noite de sexta até a tarde de domingo e pior enquanto estavam no trabalho. A parte útil: eles pretendem identificar quais os fatores que nos deixam felizes no sábado e no domingo e estudar um jeito de “estruturar” nossa dinâmica durante a semana para que a gente se sinta bem todos os dias.

Dirigir enquanto fala no telefone não dá certo

Pesquisadores da Universidade de Utah (EUA) puseram 200 voluntários para dirigir (de mentirinha, num simulador) enquanto tinham que, simultaneamente, memorizar sequências de palavras e resolver problemas de matemática. Óbvio: 97,5% deles falhou na tarefa. Mas… surpreendentemente, os outros 2,5% conseguiram. O que abre caminho para outros estudos sobre como o cérebro funciona quando a gente está multitasking.

Enviado pelo aluno Matheus


Gostou, né? Se você é daqueles que “esquecem” ou “não têm tempo” de arrumar a cama quando levantam, não precisa mais se envergonhar por isso. Pelo contrário. Quando aparecer alguém te chamando de desleixado ou preguiçoso, pode dizer, com toda a dignidade, que você está apenas cuidando da saúde.

Uma pesquisa da Universidade de Kingston, na Inglaterra, mostrou que manter a cama desarrumada é uma forma de acabar com os ácaros que vivem nela (choque-se: pode ter até um milhão e meio deles por lá). E isso ajuda a prevenir uma porção de alergias e problemas respiratórios.

Por quê? Os ácaros precisam de calor e umidade para sobreviver. E, segundo o cabeça do estudo, uma cama bagunçada tende a ser mais fria e seca do que uma cama arrumadinha, o que mata os bichos por desidratação. (Mas bagunça também tem limite: não arrumar a cama não é a mesma coisa que não trocar os lençóis nunca, viu? Aí sim os bichos se reproduzem mais e mais.)

Enviado pelo aluno Matheus